FOS (Fanfics Originais do Schias)

quarta-feira, 15 de julho de 2009

Flash EVO #10

#10

[CONTINUAÇÃO DE SAGA DA CRIAÇÃO #2]

- Então você é o famoso Jay Garrick.
- Exatamente, Flash.
- Espere... Como eu estou falando normalmente?
- Roubei sua velocidade. Ah! Olá, Rival. Olá, Barry.

Rival vai até Jay, e o segura pela gola da camiseta.

- Queremosexplicações!
- Explicações? Do que?
- Detudo!! Decomoeufiqueiassim, decomooFlashficouassim, doBarry...

**

1932

“Tudo começou com uma moça chamada Joan...”

Jay, bem mais jovem, se aproxima de Joan, que anda na rua.

- Joan!
- Oi, Jason...
- Estava pensando, sabe...Se você...e eu...Se podemos ir dar uma volta a noite.
- Estava pensando, Jason...e não. Você sabe que estou saindo com o Harry.
- Harry Lampert Allen?!? O que ele tem que...que eu não tenho?

Joan para e olha para Jay.

- Jason...Eu gostava de você. Gostava mesmo. Mas isso passou... Eu não via o mesmo em você.
- Eu te amo, Joan!
- Desculpa, Jason. Agora eu amo o Harry.

Joan sai andando. Jay olha para baixo e cerra o punho.

- Você vai pagar...

**

1940

“Joan acabou se casando com Harold Lampert Allen, e eu fui aposentado por invalidez do laboratório onde estagiava. Tudo por conta de um dia em que alguns produtos explodiram em cima de mim, e perdi a mobilidade das pernas. Algum tempo depois descobri que, na verdade, fiquei extremamente veloz.

Mas a verdade é que não tirava Joan da minha cabeça. Até o dia em que a encontrei...”

Noite.

Jay entra sorrateiramente em uma casa no subúrbio. Atinge um ponto em que atravessa a porta. Vai até o quarto, onde Joan dorme.

Jay sorri.

Se aproxima da cama calmamente, então deitando nela e começando a beijar o pescoço de Joan.

- O que..?
- Shhh... Eu só quero te beijar um pouquinho.

Joan abre os olhos, mas Jay vibra a ponto da imagem ficar borrada.

- Harry?
- Sou eu, meu amor.
- Harry, está tarde...
- Eu só quero te fazer carinho, meu amor...Só isso...

**

2005

- Joan ALLEN?!?
- Ela engravidou, e teve o filho, Bartholomew Henry, achando que fosse de Harold.
- Peraí! O Barry..?
- Jay, atéquepontovocêécapazdechegar?
- Eu estava apaixonado...
- ISTONÃOJUSTIFICA!

**

1949

“Eu sei que não justifica, Rival...Assim como não justificou estudar minha velocidade daquela forma.”

Jay, vestido de branco, carregando uma pasta, caminha pelo corredor de um hospital. Uma enfermeira o aborda.

- Posso ajudar?
- Eu vim visitar... (olha em um papel) Edward Clariss.
- Ah, o Eddy... Venha.

A enfermeira e Jay vão até um quarto, onde um rapaz, preso a aparelhos, está em estado vegetativo.

- Bom, espero que o senhor veja uma luz no fim do túnel para o Eddy... tadinho.
- Um ano assim, não?
- Exatamente...Um ano sem saber o que é viver. Bom, preciso ir ver uns prontuários.
- Está certo. Obrigado.

Jay fecha a porta do quarto quando a enfermeira sai. Coloca a pasta em cima da mesinha e a abre, revelando trazer diversas substâncias químicas.

- Espero que funcione...

**

2005

Rival cai de joelhos no chão e começa a chorar.

- Entãovocê...
- Você não ia viver por muito tempo, Edward.
- Entãovocêmeamaldiçooucomessaporcariadevelocidade...
- Não é uma maldição, Edward...

Rival se levanta e pega Jay pelo pescoço.

- QUEMTEDEUODIREITODEBRINCARDEDEUS?!? QUEM?!? MALDITO!!!

Rival sai correndo, arrastando Jay junto, enquanto lhe dá vários golpes.

- Flash! Lembre-se de 85!
- O que?
- É a chave para eu entender o que deu errad...*

Wally começa a vibrar, no lugar.

- Avelocidade está voltando. Barry?
- Este homem é...
- É. Masoqueelequisdizercom”lembre-sede85”?
- 1985 foi o ano em que desapareci. Mas como..?

**

1985

Barry mexe com alguns papéis quando um brilho surge. Dele, um homem de roupa vermelha e capa.

- Cap´Corr Ya Ap.
- O que?
- Cap´Corr Ya Ap.
- Não sei o que você quer dizer... mas, de alguma forma, me parece certo.

Barry vai em direção a luz quando começa a sumir seu braço esquerdo.

- Que diacho..?

O homem de roupa vermelha puxa Barry para a luz, que some com os dois.

Jay chega em seguida.

- Oh, não...

**

2005

- Ele tentou evitar seu erro... Tentou evitar que nascesse o fruto de seu erro...
- Mas..?
- Mas eu fui puxado pra luz antes que sumisse com os efeitos cronológicos.
- Peraí. Issonãodariaumbaitanótemporaloualgodotipo?
- E deu...

**

BOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOM

- Senhoras e senhoras, É algo impressionante... Não consigo descrever... É meu dever informar que... o Capitão Cometa está morto.

**

- Wally, temos de corrigir um erro terrível.
- PorqueNÓS?
- Porque eu sou a Velocidade de Deus. Cap´Corr Thay.

[CONTINUA EM SAGA DA CRIAÇÃO #3]

terça-feira, 14 de julho de 2009

JSA EVO #10

#10

MAIS RÁPIDO QUE UMA BALA, uma história da Sociedade da Justiça Evo trazida por Vinícius Schiavini.


“Onde eu estou? O que está acontecendo?”

- Estamos tentando sedá-lo novamente. Sua mente novamente resiste à programação.
- Isto não é bom.

“Estão falando de mim? Não... Programação? Não... Droga, como tudo isto começou?”

**

1975

- Querido, veja como ela é bonita!

Um homem se aproxima de sua mulher, que segura o bebê.

- Claire, diga olá para seu pai.

Ele sorri.

- Claire?
- Gostou?
- Gostei...Claire.
- Querido... por que demorou tanto?
- Eu...
- Estava conversando com seus “superiores”?
- Querida, olha...
- James, não sei como, dentre todos os historiadores, foram escolher você para este projeto altamente secreto, mas você precisa parar de viver como se isto fosse sua única coisa na vida!

James se senta em um sofá e coloca as mãos no rosto.

- Oh Deus...
- O que há, James? Em que mundo você colocou sua filha?
- A pesquisa é...é sobre seres com poderes.
- O QUE?!?
- O que você ouviu...

**

1973

James está em seu escritório, observando anotações. Três homens bem vestidos entram.

- Bom dia, senhores. Posso ajudar?
- O senhor agora trabalha para o Governo dos Estados Unidos da América.
- Como é?
- Sabemos de sua pesquisa sobre metahumanos, e a queremos.
- Por que?
- Os soviéticos possuem planos, doutor Barr. Temos de nos preparar.
- Essa guerrinha é uma besteira, sabiam? “Defcon bunda”? Nada acontecerá.
- Não vamos esperar para saber.

**

- SEIO!

“Seio? O que? O que está acontecendo? Gritos...”

Ele ouve passos. Alguém se aproximando calmamente.

- Senhor?
- Quem está aí?
- Meu nome é Courtney, senhor, e preciso que escute com atenção.
- Certo.
- Sabes onde está?
- Alguma instalação do Governo, imagino.
- Sim. Seu experimento deu certo. O senhor se tornou um metahumano.
- Minha filha foi atingida...minha mulher, meu cachorro...a casa inteira. O que houve com eles?
- Não sabemos da sua filha ou do seu cachorro, mas sua mulher...
- O que tem minha mulher?
- Homens do governo a estupraram e mataram.
- O QUE?!?

Ele ouve Courtney sair correndo. Surge a luz. Seus olhos podem enxergar algo.
Acelera. Sente o vento, sente a energia. Vê um homem que já reconhecera...

**

- O senhor agora trabalha para o Governo dos Estados Unidos da América.

**

- Eu que não vou ficar aqui! Vocês me pagam...

Então, James atravessa o cientista-chefe, o despedaçando. Courtney decide parar para olhar e sangue voa em seu rosto.

“Ah, a liberdade! Nunca se dá valor até o momento em que se perde... Eu preciso achar minha mulher. Minha filha. Susan, Claire...Estou indo.

**

Após atravessar vários Estados, James chega no local onde era sua casa até o dia em que foi seqüestrado, em 2002.

Abre a porta e vê tudo abandonado. Ouve um choro.

- Olá?

Segue pela sala e abre outra porta. Vê alguém em um canto, chorando. A luz reflete na pessoa, aparentemente prateada.

- James?

A pessoa mostra o rosto. É sua esposa Susan. Ela se levanta e vai até o marido. Os dois se abraçam e saem do quarto.

- Susan...Você está...
- Prateada, eu sei. Você também.

James olha para suas mãos e nota que estão prateadas.

- Meu Deus, aqueles bastardos...
- Somos eternos agora, meu amor...feitos de prata.
- Homens-bala.
- O que?
- Por isso que eu ouvia tanto o termo “homem-bala”. É porque é o que fizeram comigo.
- Conosco.
- Me afundaram naquela pesquisa por conta da Guerra Fria, e me transformaram para ajudar no Iraque, no Afeganistão...onde mais for preciso.
- Você escapou, e é isso que importa.
- A que custo? Olha como estamos! Nem Claire vai querer nos ver!

Um homem passa correndo pela rua.

- O mundo vai acabar! O mundo vai acabar!
- Ei, homem! O que está havendo?
- Apareceu um homem dos céus lá em Nova York! O mundo vai acabar!
- Ele DISSE que o mundo vai acabar?
- Ele disse que era o capitão de novos tempos, algo assim.

O homem volta a correr. James abraça a esposa. Um brilho aparece. Um homem de roupa preta com faixas vermelhas nos braços aparece.

- James Barr?
- Quem é você?
- Meu nome é Richard Tyler, e eu preciso de ajuda.
- Ajuda? No que?
- Você já ouviu falar na Sociedade da Justiça?
- Nunca.
- Ótimo. Porque preciso de você para formar uma nova.

quarta-feira, 8 de julho de 2009

Flash EVO #9

#9

Em SAGA DA CRIAÇÃO #1, Wally e Barry visitam a sede do Projeto F, mas encontram tudo vazio. Então, todos os cientistas aparecem meio estranhos, prontos para atacar o Flash.

**

- Hã...Barry?
- Melhor irmos embora daqui, Wally.

Wally corre até a porta, que se fecha.

- Quedroga!
- Vamos pensar... Eles não estão em seu juízo normal...
- Controlemental?
- É bem capaz. Tente desacordá-los.
- Estábem.

Wally vai na direção dos cientistas, que desviam de seu trajeto. Ele volta e tenta repetidamente acertar qualquer um deles, mas todos desviam, e então começam a dar rápidos golpes, até que Wally cai com dores pelos braços e pernas.

- Quediabos!
- Que houve?
- Acertarammeusmúsculos! Nãoseicomo, masconseguiram.. causardoresemtodos...
- Bom, não sou médico, mas parece que eles sabiam onde acertar.

Wally se levanta.

- Idéias?
- Nenhuma.
- Ótimo.
- Como se curou tão rapidamente?
- Sabequenemsei...

Os cientistas avançam rapidamente na direção de Wally, que começa a vibrar até ficar intangível.

- Os socos deles te atravessam?!?
- Poisé, gêniodaciência, tambémpercebiisso...
- Bom, tente manter essa velocidade e siga até a porta.

Wally continua vibrando, e vai até a porta, batendo e caindo para trás.

- Parecequenãofiqueiumfantasma...
- Eu percebi.

Os cientistas avançam ferozmente. Wally desvia e, sem querer, coloca a mão na cabeça de um deles enquanto vibra.

- 45 29 12.
- O que, Wally?
- 45 29 12!

Wally vai até o sistema da porta e digita os números, e ela se abre. Ele sai correndo, atravessando os corredores vazios.

- Wally, como você..?

Wally então nota que está segurando uma espécie de verme.

- Argh! Quediaboséisso?!?
- LARGUE MEU SÚDITO!

Wally nota então um homem alto, de óculos, cheio de espinhas e de cabelo curto.

- Oque?
- Eu disse para largar meu súdito!
- Epossosaberquemévocê?
- Você acha que falando rapidamente vai me confundir, não é? Apesar disso, podes saber quem sou: sou o Senhor Cérebro! E estas criaturas são meus súditos!
- Falasério... ISSOéumsúditoseu? Espere... issoéumpendrive.

O Senhor Cérebro sai andando.

- Astuto, rapaz. Muito astuto. Seres que inserem em suas vítimas as informações e reações que EU elaborar psiquicamente. Não é ótimo?

Wally segue lentamente o Senhor Cérebro, que calmamente sai das instalações do Projeto F e começa a andar no deserto.

- Ondevocêpensaquevai?
- Esta é a direção para Keystone City, meu caro. O que acha que irei fazer?
- Nãoposso... permitirisso!
- Tente me impedir, rapaz. Enchi este deserto com meus súditos. Encoste em um e você me servirá.

Wally para. Senhor Cérebro continua andando.

**

Instalações do Projeto F.

Um homem sai de onde está escondido. Ele pisa em um dos “súditos” do Senhor Cérebro, e pega um telefone.

- Alô? Irmão, sou eu, Albert.
#FALEI PARA ME LIGAR SOMENTE SE ACONTECESSE ALGUM PROBLEMA!!!#
- Esse “Senhor Cérebro” foi idéia sua?
#SENHOR CÉREBRO?#
- Então temos um problema.

**

Deserto.

- Idéias, Barry?
- Consegue vibrar para ficar intangível?
- Seráqueéumaboaidéia?
- Estamos em um deserto...sem portas.
- Éverdade.

Wally então busca a mesma freqüência de vibração e, com ela, se aproxima do Senhor Cérebro e pega seus óculos.

- Ei! Me devolva isso!

Wally então começa a rodear o Senhor Cérebro, usando seus óculos contra o sol na areia, queimando-a rapidamente. Quando o vilão menos percebe, está em um buraco.

- O que você..?

Wally então direciona os raios de Sol para a cabeça do Senhor Cérebro, que começa a ficar zonzo.

- Insolação...verti...*

O Senhor Cérebro desmaia, e os “súditos” começam a virar água.

- Parece que você conseguiu.
- Ah, final...*

Wally então se vê sendo carregado por alguém em alta velocidade.

- Oqueestáacontecendo?!?
- Prazer, Flash, meunomeéRival... evocêvaimelevaratéJayGarrick.

[CONTINUA EM SAGA DA CRIAÇÃO #2]

terça-feira, 7 de julho de 2009

JSA EVO #9

#9

Uma Delegacia de Polícia de Gotham City

- Até mais, Tom!
- Até mais, James!

James veste seu casaco e anda pelas ruas escuras da cidade até chegar em uma igreja.

Ele caminha até um dos bancos, onde ajoelha, abaixando a cabeça em seguida.

- Ave Maria cheia de graça, o Senhor é convosco, bendita... bendita...
- Ainda sentindo culpa?

James levanta a cabeça e vê um senhor, de barba e cabelo brancos, baixa estatura.

- Reverendo...O que há comigo?
- Creio que o que você precisa é de uma CONFISSÃO, uma história da Sociedade da Justiça Evo trazida por Vinícius Schiavini.

**

O Reverendo e James estão na porta da igreja. Uma pessoa sai.

- Boa noite, Reverendo McCay.
- Boa noite, meu caro.

O Reverendo McCay passa uma corrente nas portas da igreja, fechando um cadeado na corrente em seguida.

- Um café, James?
- É uma boa idéia.

Os dois seguem até o outro lado da rua, onde tem um diner. Vão até uma das mesas e se sentam. A garçonete se aproxima.

- Vão querer o que?
- Dois cafés, obrigado.
- Hunf...

A garçonete sai. James olha para ela, e depois abaixa a cabeça.

- Gretchen Silvercoin. Traía o marido e engravidou. Deu a criança para adoção. Já roubou pão...
- E por que ela roubou?
- ...
- James?
- Porque estava com fome.
- Percebe, James? Você sabe os pecados das pessoas, mas não sabe de suas vidas.
- É culpa deste...SER...
- Não, não é.
- Ele domina minha mente...
- Não domina, James. Isto é uma sugestão da sua mente. Se há realmente a possibilidade de você ter acesso a ilimitado poder, isto é um sinal de esperança.

James abaixa a cabeça, pensativo. Então, ele vê pessoas entrando no diner. Várias, sem parar.

- Reverendo...
- Sim, James?
- Reverendo, estas pessoas que estão entrando...

O Reverendo se vira para a porta.

- Que pessoas, James? A porta está fechada.

James se levanta.

- James?
- Eu não vou permitir que eles invadam este plano novamente.
- James? O que você está fazendo?
- JAMES NÃO ESTÁ MAIS DISPONÍVEL, REVERENDO.
- Oh, Deus...
- SIM. DEUS ESTÁ NOS PLANOS.

Subitamente surge um manto verde, com um capuz. Quando James o coloca, seu corpo desaparece e seu rosto fica pálido, com os olhos negros. O tempo congela, assim como as pessoas, exceto o Reverendo, que vê então os fantasmas que James via.

- Então estes seres..?
- CALA-TE. E VOCÊS, DEVEM IR EMBORA!

Um dos fantasmas olha para ele.

- Nunca! Devo cumprir meu destino!
- “DESTINO”? NÃO EXISTE DESTINO QUE NÃO SE CURVE DIANTE DO ESPECTRO!
- Bah! Acha que enganas alguém, “Ira de Deus”?
- NÃO PRECISO ENGANAR, AO CONTRÁRIO DE TI, QUE É PURA TRAPAÇA DOS PLANOS EXISTENCIAIS! TODOS VOCÊS SÃO! VOLTEM PARA O LUGAR DE ONDE VIERAM!!!

O Espectro se concentra, e então um vento forte assusta o Reverendo. Energias começam a rodear o diner, até que invadem o local, vão até o Espectro e depois atingem os fantasmas.
Uma fumaça toma conta do local e, quando esta dissipa, James está de volta ao normal, sentado à mesa.

James se levanta e sai do diner. O Reverendo faz o mesmo e, quando sai, percebe que do lado de fora está apenas um vazio. Os dois flutuam.

- O que..?
- Você quer saber onde estamos, não é?
- Pra falar a verdade...
- Estamos em um espaço de purificação. O Espectro está atuando para livrar o local de qualquer resíduo do que você viu.
- James... Por falar nisso...
- Sim?
- Eu vi você se transformar...
- Você viu o Espectro tomando conta e fazendo sua justiça...
- Sua justiça divina?
- Sua justiça.

O Reverendo olha para o nada, e depois volta a olhar para James.

- POR QUE eu vi?
- O que?
- Por que?
- Porque... eu tenho medo de que o Espectro faça algo errado.
- Algo errado?
- É. Nunca consegui chegar perto do nível de compreensão necessário. Eu quero que você me observe...e julgue.
- Julgar? Julgamentos não são para pessoas como eu. Isso é desígnio...
- E se Ele planejou isto?
- Que eu te julgue? Que julgue o “Espectro”?

O Reverendo anda alguns passos, e a rua volta ao normal. Ele olha para trás.

- James...
- Sim?
- E se Ele não fizer idéia do que o “Espectro” faz?
- Então que Ele ajude a todos nós.

O Reverendo abaixa a cabeça.

quarta-feira, 1 de julho de 2009

Flash EVO #8

#8

- Bom, Barry, agoraeusóquerosaberdeirpracasadormir...
- E faz bem, Wally. Mas você dorme quanto tempo por dia?
- Meiahora, quarentaecincominutos... Estouatépensandoemoutroemprego.
- É uma boa idéia, realmente.

Então, Wally vê algo caindo no parque e fazendo um estrondo.

- Oquefoiisso?!?
- Não faço idéia.

Wally corre até o parque e vê um buraco feito pelo objeto.

- Ai...

Ele vê que se trata de um garoto, que usa roupa vermelha e amarela, com capuz e máscara.

- Vocêestábem?
- Ai... ondeeutô?
- KeystoneCity.
- Ondeficaisso?
- Kansas.
- KANSAS?!? AIMEUDEUS, EUTONOKANSAS? COMOASSIM?!?
- É, vocêestánoKansas.
- EuestavaemSanFranciscoatéagorapouco!
- SanFrancisco?! Ecomovocêveiopararaqui?
- Nãosei, eusóacelereieleveiumsocoevimpararaqui... Ai, minhacabeça...
- Qualseunome?
- Bart...

Wally ajuda Bart a se levantar.

- Bartdoque?
- BartolomeuAllen.

Wally fica surpreso.

- Allen?
- É... porque?
- Ficaaíumminutinho!

Wally começa a correr em volta do parque.

- Wally, o que há?
- Vocêouviuosobrenomedogaroto?
- Não, qualé?
- Allen! Parenteseu?
- Não que eu saiba, mas você tem que considerar que eu desapareci vinte anos atrás... esse moleque deve ter seus quinze anos, no máximo.
- Vamosperguntarpraele.

Wally volta até Bart.

- VocêconheceBarryAllen?
- JáouviuonomedelelánoProjetoF...
- ProjetoF?!? VocêtambémestevenoProjetoF?!?
- Prafalaraverdade, nãolembrodemuitacoisaANTESdeirproProjetoF... EpuseramosobrenomeAllenemmimemhomenagemaotalBarry...
- EseeudissessequetenhcontatocomBarry?
- Vocêtem?!? Como?!?
- Todavezqueeucorroeuovejo... elemeauxilia...
- Esseéopapomaisespíritaquejáouvihoje.
- Hoje?
- VocêdeviaconheceraRachel...

Wally e Bart ouvem um grito, e saem correndo em direção ao grito. Vêem um prédio pegando fogo, e uma mulher na janela.

- Vamos!

Os dois entram no prédio, tomando muito contato com as chamas.

- Tomecuidadocomaschamas... procuremanterocorpovibrando.
- Estácerto.

Bart sai girando os braços para criar um vento para apagar o fogo. Wally resgata a mulher. Os dois saem do prédio, e um grupo de pessoas, incluindo o caminhão dos bombeiros que tinha acabado de chegar, começa a aplaudir.

- Obrigada!
- Muito bom, cara do flash!
- É, mandou bem, Flash!
- Quem é seu amigo, Flash?

Uma mulher se aproxima dos dois.

- “Flash”? Masissoéumcodinome...
- Eu sou o Kid Flash, moça. Muito prazer. Bom, precisamos ir.

Os dois saem correndo.

- Comovocêfazisso?
- Oque?
- Falarnormalmente... esseéumproblemãopramim.
- Eusimplesmentecrioumasériedeondasvibratóriasimperceptíveis... assimdispersoumpoucodavelocidadeacumulada.
- O rapaz é bom, Wally.
- Wallynão, agoraéFlash.
- Comquemvocêtáfalando?
- ComoBarry.
- Ahtá...claro...comoBarry...

Os dois voltam para o parque.

- KidFlash?
- Soalegal, não?
- VocêdissequemoraemSanFrancisco...
- É, comopessoaldoProjetoTitã... alguémreuniuváriaspessoas, masachoquesóeutenhopoderesespeciais. Bom, euprecisoirandando... meusamigosdevemprecisardemim!
- Estácerto...KidFlash.
- Atémais, Flash!

Kid Flash sai em disparada. Flash começa uma ronda por toda a cidade.

- “Flash”?
- Soa bacana, Wally.
- Seapareceralguémcompoderesfotográficos, vaiquereressenome...
- Hahahahahaha... Sabe, Wally, estou pensando no garoto... Quer dizer que ele também é do Projeto F?
- É, issoexplicatudo, não?
- Nem tudo... O que explica usarem um garoto para o projeto?
- Sóseelerealmentetemalgumaligaçãocontigo.
- Acho difícil. Como eu disse, eu sumi em 1985.
- Barry... vocêsumiudonada?
- Até hoje não entendi direito o que aconteceu comigo, Wally.
- Espere... 1985?
- Isso.
- Achoquenósdoisestamosmaisligadosdoqueimaginávamos, Barry.
- Por que?
- VocêconheciaJoannaWest?
- Claro, era amiga minha e de Íris.
- Elaéaminhamãe... eagoralembreiqueem1985elaficoudeprimidaaté...

Wally para.

- Até se matar.
- Oh, Wally... sinto muito.
- Tudo bem. Agora eu só quero descobrir quem está por trás de tudo isso.
- Como assim?
- Eu acho que alguém planejou tudo isso, Barry. E eu quero pegar esse desgraçado.

Uma figura vai embora.

(QUANDO TODOS OS FLASHES SE REÚNEM EM UMA SÓ FOTO, uma história da Sociedade da Justiça Evo trazida por Vinícius Schiavini)

terça-feira, 30 de junho de 2009

JSA EVO #8

#8

- O-Olá, meu nome é Richard...
- OLÁ, RICHARD!!!, todos dizem.
- B-Bom, eu v-vim morar a-aqui p-porque meu filho achou melhor... D-Desde que minha esposa morreu... Bom, eu fiquei s-sozinho...

Richard começa a chorar. Uma mulher coloca a mão em seu ombro.

- Está tudo bem, Richard. Você, não quer se apresentar?

Uma senhora levanta a cabeça.

- Oi, meu nome é Abigail.
- OLÁ, ABIGAIL!!!
- Eu vim morar aqui por medo... medo do que poderia acontecer com os meus filhos.
- Como assim, Abigail?
- Bom, começou durante a Segunda Guerra a história da MAMÃE TORNADO, uma história da Sociedade da Justiça Evo trazida por Vinícius Schiavini.

**

1944

Um rapaz para a bicicleta. Anda por todo o gramado em direção a uma casa branca. Bate na porta. Uma mulher o atende.

- Sim?

O rapaz entrega a ela uma carta e vai embora com sua bicicleta.

A mulher fecha a porta, vai até a sala, se senta no sofá e abre a carta. Começa a ler, e então desmaia.

**

Um ano depois.

- Senhor, fico agradecida por querer me contratar, mas acho estranho existir alguém que produz dinamite, se a guerra já acabou.
- Ah, minha cara, dinamite não serve apenas para guerras. Serve para desobstruir o caminho do progresso. Pontes, túneis, escavações. A dinamite tem fins pacíficos. Bom, o que acha de trabalhar como minha secretária pelo valor que lhe falei?
- Seria... seria perfeito, senhor.
- Ótimo! Você começa amanhã. Seus filhos tem ido para a escola?
- Sim, senhor.
- Ótimo! Já disse que você começa amanhã?

**

1993

“They saw marks all over her body...She couldn´t quite explain it, they just have always been there...mmm mmm mmm mmm...”

Ela desliga o rádio. Uma moça entra na sala.

- Vovó! Vovó!
- O que houve? Pra que tanta afobação?
- Vovó, eu estou grávida!

Abigail sorri.

- Mas que maravilha! Nossa!

Abigail se levanta e abraça a neta.

- Quantas semanas?
- Cinco.
- Que bom, minha neta, que bom.
- Hã, vovó...

A neta se afasta e vai até uma estante.

- Minha mãe me contou sobre a Tornado Vermelho.

Abigail abaixa a cabeça.

- Você foi uma super-heroína, vovó?

**

1947

- Toma isto! E isto!

Abigail acorda. Trabalhou tanto que acabou dormindo sobre a mesa. Ouve gritos e barulhos, e se aproxima da janela.
Então, ela vê um homem, usando roupas estranhas, batendo em um homem mascarado.
O homem mascarado então é desmascarado.

“Não!”

Seu chefe?
Como assim?
Ele tinha uma vida dupla como fantasiado?

Um garoto chega e o socorre.

- Já chamei a Sociedade!
- Obrigado.

Subitamente, o vilão cai. Os dois vêem Abigail, que segura um panelão.

- Abigail..?

Super e Jay chegam ao local.

- Parado, meliante!
- Hã...Super.

Super usa raios de calor para derreter as botas do vilão, prendendo-o ao chão. Ele e Jay se aproximam do chefe de Abigail.

- Dan Dinamite, você está bem?
- Acho que sim... Mas não graças a vocês.
- Como assim..?

Então eles vêem Abigail.

- Quem é você?

Dan Dinamite se levanta.

- Essa é Abigail, minha secretária.

Dan se aproxima de Abigail.

- Abigail, já está tudo bem.
- Senhor... o senhor é...o senhor é... O que o senhor é?
- Eu sou um super-herói, Abigail. Nós todos aqui somos. Somos da Sociedade da Justiça da América.
- Sociedade da Justiça...

**

- E então você começou a ser uma heroína?
- Isso mesmo, minha neta. Com aquela panela e uma roupa ridícula, fui a Tornado Vermelho.
- E por quanto tempo você foi heroína?
- Até ficar pra trás. Velha demais, cansada demais. Alguns são afortunados: não envelhecem. Não é o meu caso.

Abigail vai até um porta-retrato, que tem uma foto dela com Jay Garrick e Hipolytha.

- Mas se eu pudesse, minha neta... Ah, se eu pudesse... Voltaria sempre. Sem seu avô, eu quis proteger sua mãe e seu tio, e aí passei a proteger o mundo todo. E isso trazia um sentimento fantástico. E conviver com eles era igualmente fantástico.

Abigail vira para a neta, que permanece atenta.

- Imagine... imagine um grupo com homens mais rápidos que o vento, mais fortes que tanques, mais astutos que muitos cientistas... Só o Espectro que me assustava. Ele é uma força divina, mas me dava arrepios como se viesse do mais profundo inferno. E olha que sou católica! Sabe, foi uma boa época...

A neta se levanta e a abraça.

- Você é o melhor exemplo de mulher que eu poderei dar ao meu filho.

Abigail deixa escapar uma lágrima.

**

Atualmente.

- Então você foi uma heroína?
- Pois é...

Uma enfermeira entra na sala.

- Senhora Abigail, tem uma visita para você.
- Mas...
- Disse que é urgente.

Abigail olha para a mediadora da reunião.

- Pode ir, Abigail.

Abigail sai com a enfermeira.

- Dona, se quer saber, acho que ela esqueceu de tomar o remédio!

**

Abigail chega na recepção, onde vê uma adolescente de cabelos ruivos e sardas.

- Mary!

Abigail a abraça.

- Oi, bisa.
- Mary, que surpresa boa! Você pegou a mania da sua mãe de vir sem avisar, danadinha!
- Bisa... pode vir comigo aqui fora?
- Peraí... eu posso, enfermeira?
- Claro. Mas não vá pular de pára-quedas!
- Ah, estou sem minha bombinha para a asma, não se preocupe.

Abigail e Mary saem. Na rua está estacionado um furgão preto. Encostados nele, do lado de fora, estão Michael Holt, Homem-Hora, Doutor Meia-Noite e Detetive Sombrio.

- Ah, mas que bom rever vocês! Espere... aconteceu alguma coisa? Faz tempo que vocês não se expõem assim.

Doutor Meia-Noite se aproxima.

- Abigail, pedimos para Mary ser a primeira a falar com você para não haver estranhamento.
- Sobre..?

Abigail olha para Mary.

- Bisa, a Sociedade está reunindo a todos.
- Todos?
- Todos! Até aqueles que tinham se aposentado!
- Bom, não sei se vocês sabem, mas eu tenho 85 anos... Não sou mais nenhuma mocinha. E o que houve para acontecer esta reunião?
- Mary, eu explico. Abigail, Jay fez uma besteira.
- Isso não é novidade.
- E achamos que isso interferiu em um ponto do cosmo sideral que começou a afetar coisas em todo lugar, como na morte do Capitão Cometa.
- Eu vi a explosão pela televisão...
- Pois é. Agora nós queremos descobrir sobre este ponto.
- Bom, levem a Mary.

Meia-Noite e Mary ficam surpresos.

- Como assim?
- Levem a Mary! Ela adora as minhas histórias desde quando sua mãe contava no berço! Creio que, com um pouco de ajuda dos mais velhos, ela pode ser uma ótima Tornado Vermelho.
- Tornado Rubro.
- Que?
- Eu posso ser a Tornado Rubro. Tornado Vermelho, pra mim, só existe você.

Abigail sorri e abraça Mary. Depois, lhe dá um beijo na bochecha.

- Vá, e me dê orgulho!

Mary vai pulando até a van.

- Tem certeza, Abigail?
- Ah, tenho, Meia-Noite. Nem sei como vocês ainda ficam tão preocupados com essas coisas espaciais. Eu prefiro ficar com minha novela, meu tricô e meu bom Jesus.
- Está certo. Até mais, Abigail.
- Até mais, Meia-Noite.

Meia-Noite entra na van. Michael Holt, Homem-Hora e Detetive Sombrio entram em seguida.
Abigail volta ao asilo, e segue lentamente até seu quarto.
Fecha a porta cuidadosamente, e vai até seu armário. Puxa, da parte de baixo, uma caixa, e tira de lá o panelão com dois buracos para os olhos.

- Tornado Rubro...

quinta-feira, 25 de junho de 2009

Titãs EVO #7

#7 – O Extermínio

“Antes que você possa falar algo sobre o Projeto Titã, devo deixar algo claro:

O Projeto Titã não existe.

Qualquer coisa que for dita sobre o Projeto Titã é mentira, dado o fato de que o Projeto Titã não existe.

Qualquer pessoa relacionada ao Projeto Titã não existe oficialmente, assim como o projeto.”

**

- São necessários dois.

Conner olha para Tim.

- Como é?
- São necessários dois. Olhe: do lado esquerdo temos os controles de comando da nave, e do lado direito temos alguns controles especiais?
- Controles especiais?
- Não sei bem o que eles podem fazer. Você fica com eles. Eu cuido de pilotar a nave, já que ela é semelhante a um helicóptero.
- Certo.

Roy se aproxima.

- Não é por nada não, mas eu também sei pilotar helicópteros.
- E o que mais você sabe fazer?
- Bom, sei artes marciais, arco e flecha...
- Esplêndido. Você fica a postos caso precise atirar.
- Gostei! Legolas na área!

Roy vai para a traseira da nave. Conner olha para Tim.

- “Legolas”??
- Ah, vai dizer que não assistiu aos filmes.
- Que filmes?
- Esquece.

**

Garth se aproxima de Rachel.

- Você está bem? Parece que está tremendo...
- Espero que cheguemos logo. Estou me sentindo muito...exposta.
- Exposta?!? Está certo...

Garth se senta, e ao lado dele está Shaniqua.

- Sua roupa é legal.
- Espero que tenha utilidade, viu, porque azul definitivamente não é a minha cor. Preferia uma camiseta vermelha.
- Não reclama não, porque EU estou de Charlie Brown aqui.
- Abelha.
- Que?
- Você está vestida de abelha.

Shaniqua olha bem para a roupa.

- HAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHA...

**

- Conner, tem alguma indicação sobre o que fazem estes botões?
- Nenhuma.
- Então não aperte o vermelho.
- Por que?
- Porque ele sempre é o mais perigoso.
- Ah ta. Vou apertar o azul.

[SISTEMA DE CAMUFLAGEM ATIVADO]

- A nave falou “Sistema de Camuflagem ativado”?
- Falou.
- Legal. Temos um sistema de camuflagem.

Tim pousa a nave em um beco. Se levanta e vai até os outros, seguido por Conner.

- Vamos. A situação é um massacre em um orfanato.
- Meu Deus...
- Olha, moça...
- O nome é Cassandra, sussurra Conner.
- Obrigado. Olha, Cassandra, temos de nos acalmar, está certo? Vamos tentar fazer algo útil com o que nos dão. Vamos lá.

Todos descem.

Olham ao redor e observam, ao longe, as luzes das viaturas.

- Temos que evitar qualquer contato.

Seguindo calmamente os passos de Tim, todos entram em um beco atrás do orfanato, que tem uma porta. Tim abre a porta e uma menina, de cabelos bem claros, corre desesperada até ele.

- Vocêprecisameajudar, vocêprecisameajudar...
- O que ela disse?
- Euentendioqueeladisse!

Bart vai até a menina.

- Seacalma, estábem? Sóeuestouentendendooquevocêfala.

A menina respira.

- Vocês precisam me ajudar...
- Quem fez esse massacre?

Então, uma espada fere as pernas da menina, que cai. Todos ficam a postos. Um vulto, que a pouca luz não identificou, começa a atacar um a um, aproveitando o pouco espaço. Derruba Shaniqua e Garth, Conner e Cassandra. Roy acerta uma flechada, mas não sabe onde. O homem parte furioso em seu encalço quando Bart e Tim começam a acertar vários golpes. Roy sobe no poste de luz.

- Vamos ver quem nós acertamos.

Roy força, com seu próprio peso, para que o poste incline, e o direciona ao ponto onde estão Bart, Tim e o inimigo. Os três vêem que a flechada acertou o olho do vilão, que pega Bart pela perna e o joga longe.
Bart tenta usar sua velocidade, mas isso faz com que fique com o corpo mais leve, e assim voa até sair da vista de todos.

- Bart..?

Conner e Cassandra, já recuperados, acertam juntos o vilão, que fica desnorteado. Ele prepara as espadas, que refletem a luz do poste.

- Vocês ficaram no meu caminho! Agora enfrentem o EXTERMINADOR!